Cremar ou não cremar

Nessa semana perguntaram minha opinião sobre uma postagem com um tema polêmico: a cremação. O texto é longo, mas o tema é complexo...

Afinal, cremar ou não cremar?

 

Toda civilização tem enraizada na sua cultura, uma série de “rituais de passagem”, que podem ser de caráter religioso, como iniciações, batizados, podem ser de caráter legal, como casamento, formatura para poder registrar um diploma (sim, sem a formatura não é possível registrar um diploma!).

 

Temos também os rituais sociais, alguns em desuso, como bailes de debutantes e temos o derradeiro, nosso último ato no plano físico: o sepultamento, que é a despedida formal da família e amigos.

 

Entramos no terreno das crenças. O sepultamento segue os princípios da religião que o falecido professava e cada uma possui um ritual para essa passagem, mas...

 

O que acontece do lado de lá? O que acontece com a pessoa que nos deixou?

 

Para muitos, isso permanece no campo das crenças, algo que não se pode provar, mas minha experiência pessoal me prova que a morte é apenas isso, mais um ritual de passagem!

 

Continuamos a existir, em outra dimensão, outro plano, outro universo, ou plano espiritual, como muitos preferem...

 

A moderna Física Quântica caminha para desvendar esse mistério, mas enquanto isso, fico com as minhas experiências pessoais, como médium e como mestre Reiki.

 

Já sentei em muita mesa kardecista, auxiliando no amparo a espíritos que incorporavam nos médiuns e a observação foi de que eles permaneciam retidos em realidades paralelas negativas, que os kardecistas chamam de Umbral e que chegavam pedindo água, pois estavam sedentos, ou então traziam membros destroçados pela morte traumática que tinham sofrido e seus corpos astrais eram reconstituídos pelo choque anímico com a incorporação.

 

Em segundos acabavam os pedidos desesperados:

- Água... Por favor, água...

- Meu braço! Olha o meu braço pendurado!

- Socorro, olha o buraco na minha cabeça...

 

Eram inúmeros os pedidos de socorro...

 

Depois de muitos anos, já como Mestre Reiki, aprendi que não precisamos do mecanismo de incorporação para reconstituir os corpos sutis dos que já se foram, basta direcionar nossas energias para que isso aconteça, pois, o Hon Sha Ze Sho Nen, atua como um portal dimensional e com isso atuamos no astral!

 

Um mestre atua em escala planetária e pode, e deve reconstituir os corpos sutis que foram desfigurados, deformados ou destroçados pela morte violenta ou pela “vida” nas dimensões negativadas, o tal Umbral, Purgatório, Bardo etc...

 

Mas o que isso tem a ver com cremação?

 

Tudo! É a base dos meus conhecimentos e o fundamento da minha opinião.

 

Os laços que unem o espírito ao corpo se desfazem lentamente e todos sentem essa transição, que se converte em um período de perturbações, que varia de acordo com o estágio evolutivo de cada um.

 

Para alguns é a libertação, enquanto que para outros são momentos de terríveis convulsões. O desligamento só ocorre quando o laço fluídico se rompe definitivamente, pois uma pessoa, ao deixar o “vaso físico” com sua morte, pode ficar retida devido a uma série de fatores, basicamente dívidas kármicas, pois ainda tem um tempo a cumprir na matéria, mas a morte abreviou sua existência no plano físico.

 

Muitos cometem suicídio inconscientemente, se drogando, abusando de velocidade ou imprudência ao dirigir, fumando etc, e tem um preço a pagar, que é ficar retido no corpo físico enquanto esse se decompõe.

 

Pessoas despertas espiritualmente ou as que já tenham cumprido sua missão nessa vida, estão livre desse pesadelo, pois mesmo que a morte seja traumática, em um acidente por exemplo, já possuem força mental para superar o trauma e se separam da “casca física” com mais facilidade.

 

Na verdade, existe um tipo de médium que auxilia essa passagem, ajudando a “desconectar” o corpo espiritual do corpo físico de quem já faleceu, mas são poucos e quase nunca comentam a respeito. Tenho o prazer de ser Mestre de pessoas assim, que uniram uma aptidão nata à energia do Reiki para melhor desempenharem suas tarefas desdobrados.

 

O Reiki também auxilia nessa ruptura de laços que prendem a pessoa ao seu “veículo de manifestação física” e por isso o Reiki é importante para pessoas em estado terminal.

 

Mas afinal, cremar ou não cremar o corpo de um ente querido?

 

O meu podem cremar, o seu não sei, nem o que fazer com os dos seus parentes e amigos...

 

Qual o estágio de compreensão que cada um está?

 

Se a pessoa estiver retida no corpo físico após o falecimento, sofrerá com a cremação, um sofrimento que pode causar o pânico, pavor e com isso a pessoa pode se recolher no seu mental, se transformar em um ovoide, destruindo seus corpos sutis, que deverão ser reconstituídos em outras encarnações.

 

Quantas? Depende do trauma que ficar....

 

Mas se não cremar e a pessoa ficar presa ao corpo físico que se decompõe e sentir não apenas o odor da putrefação, mas os ratos, baratas e outros insetos se alimentarem do seu corpo, que finalmente se desvanecerá devorado por vermes?

 

Escolha o pesadelo, pois nenhum deles é bom....

 

De onde você acha que os humanos odeiam tanto ou tem pavor de uma simples barata? Dividas de outras vidas, pois tanto a cremação quanto o sepultamento destroem o corpo físico...

 

Ou seja, a resposta correta para essa pergunta é que a pessoa deve procurar sua evolução consciencial, desenvolver sua potencialidade como um ser divino que todos nós somos, e se livrar de uma vez por todas desse tormento.

 

Temos que romper o ciclo de reencarnações a que somos obrigados, apenas para reconstruir nosso corpo, incluindo os sutis.

 

Que possamos nascer novamente depois dessa encarnação, mas em tarefas de desenvolvimento, de elevação e de aprimoramento, devendo menos a cada nova tentativa, e que não seja mais necessário nascermos apenas para recompor nossos corpos, nem que seja um nascimento fadado ao óbito pré-natal...

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