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Mais uma aula extracorpórea, onde me vi em um plano dimensional e em uma situação inusitada. Tudo isso para entender um pouquinho mais da Criação e poder contar para vocês...

Um trecho do meu novo livro “Batendo nas portas do Paraíso", onde conto a minha evolução consciencial nesta vida, a minha jornada pessoal e que esta em processo de edição.




Alan Kardec disse que os animais ficam pouco tempo naquilo que denominou erraticidade, que eles reencarnam logo, a menos que tenham algum espírito protetor que cuide deles no plano espiritual, e nesses casos, permanecem por mais tempo, auxiliando nas tarefas em outros planos dimensionais.

Chico Xavier também nos contou sobre seu cão que tinha morrido e que retornou a sua vida na forma de um animalzinho abandonado, que o seguiu pelas ruas e ele sem querer, o tinha ignorado, sendo alertado por Emmanuel, seu Mentor. Após o reencontro, Chico narrou que o comportamento, as manias e as personalidades dos dois eram idênticas.

Eu sei que o Buddy é a reencarnação do Max, uma estória que já contei em um dos meus livros, “Penélope e Nina, uma pet-story”, mas afinal como é esse mistério
da Criação?

Em todos os meus estudos, em todas as minhas pesquisas, pouco ou quase nada encontrei a respeito desse tema que me atrai e que uma vez desvendado, explicaria um pouco mais dos princípios que regem a Criação.

Pois bem, em um dos meus “passeios noturnos”, me vi em outra dimensão, apenas com o meu mental, observando uma cena que me chocou profundamente.


Em uma espécie de clareira, em um amplo gramado, vi diversos filhotes, cães e gatos de diversas raças e muitos sem raça definidas, SRD como os chamamos.

Filhotes de cães e gatos, deitados, encolhidos, embolados uns nos outros, uma verdadeira “bola de pelos”.

O que me chocou foi perceber que eles estavam todos mortos, alguns ainda tendo convulsões, estertores, mas já estavam mortos. Seus corpos espirituais ainda refletiam os momentos finais de suas vidas.

Quis gritar, chorar, praguejar, mas eu não tinha voz, não tinha olhos para as lagrimas que brotavam dentro de mim, mas não tinha um corpo físico nem emocional para extravasar essas emoções.

Apenas aquele pensamento de raiva, de revolta, de indignação. Como Deus poderia permitir aquilo?

De onde vieram tantos filhotes? Todos juntos! Nenhum com mais de dois meses de vida, a maioria apenas com poucos dias. Aquilo não era natural. Senti minha ira se transformando em ódio quando uma voz ecoou uma ordem dentro da minha mente:

 “Pare com isso! Se concentre! Domine suas emoções ou todo o trabalho dessa noite será perdido!”


Me recompus e continuei a observar a cena.

Eu certamente estava em um plano, em uma dimensão diferente da deles e os meus Mentores em outra, pois os animais não percebiam as nossas presenças e eu não percebia meus Mentores.

Nem o enorme felino que apareceu a seguir. Mais parecia uma pantera negra, grande, altiva e com passos cuidadosos, lentamente caminhou entre os corpinhos daquela turminha. Não pude ver seu sexo, mas era uma fêmea, sentia isso.

Ela cheirava um, cheirava outro...

Com extremo cuidado, pousava suas poderosas patas nos espaços entre os filhotes.

Quando não tinha local para pisar, carinhosamente empurrava um ou dois deles, com o focinho, para abrir passagem, sempre acariciando os bebes, não importando se eram cães ou gatos.

Vários deles me chamaram a atenção, como os três filhotes de dachshund, marrons, magérrimos, que estavam de olhos fechados ainda, de tão novinhos que eram. Não esquecerei aqueles focinhos trêmulos.

Mais difícil foi esquecer a cena seguinte:

Aquela poderosa felina, ao chegar em um gatinho bege, o pegou com sua boca e saiu do meio dos filhotes. O bebê quase que sumiu dentro daquela boca enorme, apenas as perninhas traseiras ficaram penduradas para fora dentro daquela boca que poderia ter engolido ele inteiro, uma cabecinha se aninhava, protegida por aqueles dentes.

Só quando ela saiu daquele circulo, pude perceber vários outros animais, gatas e cachorras, todas sentadas, aguardando a sua vez de escolher sua futura ninhada. Isso mesmo, ela estava escolhendo seus futuros filhotes!

Já li sobre encontros entre espíritos humanos, entre pessoas encarnadas e espíritos que voltarão a matéria como filhos dos primeiros, Li sobre as reuniões de aproximação ou reaproximação, mas nunca tinha pensado a mesma situação sob a ótica animal!

Simplesmente Divino! Sublime aquele momento!

Não me foi permitido ver os Mentores dos animais, mas sabia que estavam lá, zelando pelos mesmos. Também não pude ver as etapas seguintes do processo, mas nem precisava. Tinha acabado de presenciar mais um milagre da Criação.

Pedi a Deus para que eu não esquecesse a cena ao retornar ao meu corpo físico e que de alguma maneira, pudesse relatar o que tinha presenciado.

Senti a força, o poder do amor maternal, puro e singelo naquelas focinhadas, afastando carinhosamente os bebes que ainda “dormiam”, entre uma vida e outra. Se eu tivesse olhos, com certeza naquele instante eles estariam cheios de lagrimas, mas de alegria e não mais de tristeza.

O acoplamento entre os corpos espirituais dos animais, pela maternidade, continua sendo mais um milagre da vida, só que agora um Mistério um pouquinho menos oculto.

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